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Em alguns estudos, há descrições de até 70% dos problemas de impotência ou dificuldade de ereção localizam-se na esfera psicológica ou psicossocial, e 30 a 40% na esfera orgânica (problema médico). Quanto maior a idade do indivíduo, maior a possibilidade de comprometimento orgânico e em jovens a causa comumente é psicológica.

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A grande causa da dificuldade de ereção é devida ao mito, presente na maioria dos homens, que diz que “o homem não falha”.

Através de estudos científicos atuais, sabemos que a cada 5 ou 6 tentativas é normal que o homem falhe 1 ou 2 vezes. Entretanto, o mito está de tal forma difundido e introjetado na população que quando o homem falha, um ciclo vicioso  inadequado se instala.

Na presença da falha, ocorre grande angústia e o homem se torna o espectador de sua relação sexual, ou seja, ao invés de ficar no palco, ele passa para a platéia. Suas sensações eróticas tendem a diminuir a nível cerebral, pois a resposta eretiva é totalmente involuntária, e a perda da ereção persiste. A não elaboração do fracasso leva o indivíduo a fracassar novamente.

Outros fatores para a disfunção eretil são a inibição, a repressão,  a dificuldade de interação afetiva, mas o mito da máquina masculina constitui a principal causa. Entre as causas orgânicas, podemos citar as dificuldades no fluxo de entrada do sangue (causas arteriais, no fluxo de saída (causas venosas) e na condução nervosa, (causas neurológicas), que são muito raras.

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