Disfunção erétil ou impotência – saiba mais!

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Disfunção erétil ou impotência

Ao receber um paciente com a queixa de disfunção erétil é necessário avaliar o indivíduo como um todo. Os fatores causais da sua dificuldade e pesquisar se existem fatores orgânicos (secundários a uma doença), o que comumente não é o mais comum. Os fatores psicogênicos são os grandes causadores da disfunção. Leia abaixo!

O que seriam esses fatores psicogênicos?

Veja o vídeo explicativo, abaixo, sobre a impotência e a relação direta da disfunção erétil com causas psicogênicas (relacionadas, por exemplo, ao pensamento, a percepção e as atitudes que o homem possui relacionadas com a mulher):

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Como é avaliado o paciente que procura ajuda para a disfunção erétil?

Temos que entender se a disfunção erétil ocorreu subitamente (abruptamente) ou ocorre há muito tempo, se é em todas as ocasiões ou apenas em algumas situações específicas, como se estrutura a forma de pensar deste homem após um ou mais momentos que a perdeu a ereção. Há desejo pela mulher ou ele também está ausente ou reduzido. Se reduzido, qual sua causa e permanência?  Como está a relação com a companheira? Leia abaixo!

Mas temos que ser práticos?

Sim, pois a pressa para melhorar é grande. Não, em outro ângulo, pois uma melhora na resposta de forma real, duradoura e consistente depende saber qual a causa da disfunção. O tratamento iatrogênico (incorreto) aumenta o reforço negativo que as tentativas dolorosas prévias proporcionaram. Fato que é deletério para as esperanças do paciente. E, principalmente, porque o tratamento e a abordagem são diferentes para cada causa. Em algumas é necessário pedir dosagem hormonal, outras não.

O paciente precisa de tempo para se expressar e compreender os detalhes propiciadores da disfunção erétil em sua vida e compartilhar esse momento que lhe causa sofrimento com alguém preparado para escutá-lo. Que ,comumente, acredite, não é expresso por vergonha. O que, logo veremos, é um fato relativamente normal, que aumenta conforme a idade.

Veja o vídeo abaixo que auxilia na explicação da disfunção erétil (impotência):

Veja o comentário sobre os atendimentos realizados aqui

Agende sua consulta: (48)99841-8200 (Fone ou Whats)

Como entender como ela repercute na vida do paciente?

Normalmente, como não pensar que após uma, ou mais, perda da ereção não haverá ansiedade de desempenho nas relações subsequentes?

Vivemos em uma sociedade que cultua resposta, potência, performasse para o homem – pelo menos é assim que eles se descrevem. A “cabeça de cima precisa estar antenada com a de baixo”, em “sintonia”.

O homem atrela a ereção a questões de potência, vigor e virilidade, causando ainda mais ansiedade de desempenho, quando sente que não teve a resposta desejada ou acha que a companheira não se satisfez.

Em sua maioria, após exames clínicos e o atendimento médico e urológico, observa-se grande parcela de causas psicogênicas para a disfunção erétil. Ou seja, normalmente não há problemas orgânicos , médicos especificamente, causados por uma doença. Por isso, a relevância de um acompanhamento  terapêutico com um sexólogo (a). Este, quando necessário, também encaminha para acompanhamento concomitante com um urologista, endócrino – em casos que há alterações hormonais, orgânicas, clínicas, por exemplo.

Quais as causas?

A disfunção erétil  (antiga impotência) é a causa mais comum de alteração sexual após os 40 anos, acometendo quase 50% dos homens, em pesquisas pelo mundo, quando questionados se tiverem pelo menos um momento que não apresentaram ereção satisfatória ou parcial perda da ereção. Porém, apresenta crescente acometimento entre os jovens, devido a necessidade de desempenho, perfeccionismo, dificuldades relacionadas a companheira e interpessoais.

Conheça o site oficial clicando aqui

Existem várias causas de disfunção erétil , que variam em proporção entre as idades,  como:

  • Alterações clínicas e psiquiátricas – depressão, ansiedade, por exemplo.
  • Alterações pessoais – financeiras, emocionais
  • Uso de medicações que interferem em neurotransmissores ou
  • Níveis alterados de testosterona (não são comuns)
  • Uso de drogas
  • Alterações urológicas – varicocele, por exemplo.

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O tratamento da disfunção erétil deve procurar compreender de forma ampla o que possa estar ocasionando o quadro, mais do que a simples eliminação dos sintomas. Deve-se direcionar o processo terapêutico de forma ampla, comprometer a parceira (quando possível) e se o paciente permitir, realizar exames complementares – para excluir causas orgânicas. Evitando, assim, que os sintomas persistam e se tornem definitivos ou com pior prognóstico (resolução mais complexa).

O resgate desta parte tão importante da sexualidade possui relação direta com a qualidade de vida. Por isso, necessita de tratamento precoce e, sempre que possível, especializado.

*Importante frisar que, mesmo com as orientações acima, caso a disfunção mantenha-se, procure um profissional especializado. 

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Posted on 1 de março de 2017 in Desejo hipoativo (falta de interesse sexual), Disfunção erétil, Saúde

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